24 de abr de 2012

Andando de Bicicleta em São Paulo

Quanto maior a cidade, maiores os problemas e os riscos.

Proposta de rotas para ciclovias/ciclofaixas

A imagem abaixo completa a matéria "Rotas para ciclovias em Ponta Grossa - Mapas de relevo" disponível neste link, aqui no blog. É um mapa com rotas para ciclovias que interligam todos os terminais de ônibus de Ponta Grossa. Essa integração com o transporte coletivo é fundamental para o sucesso de um plano de mobilidade por bicicleta na cidade.
clique na imagem para ampliar

21 de abr de 2012

Rotas para ciclovias em Ponta Grossa - Mapas de relevo

Mapas de relevo e técnicas de computação gráfica com software para construção de rotas podem ajudar na avaliação de rotas para ciclovias e/ou ciclofaixas.

Estamos utilizando estas técnicas para avaliar objetivamente se Ponta Grossa comporta investimento em estrutura cicloviária. Sempre que a discussão é uso da bicicleta em Ponta Grossa ouvimos o argumento que "a topografia não favorece" ou que "temos muitas subidas", etc, etc... Todos já devem ter ouvido estes argumentos daqueles que se opõe às ciclovias. Há aqueles que são contra ciclovias e não apoiam investimento em estrutura cicloviária! E enquanto isso nossa cidade vai caminhando para trás em segurança viária, proteção ao meio ambiente, inclusão social, etc, etc... 

O principal objetivo do ProCicloviasPG é levantar informações geográficas reais e verificar se os argumentos acima se sustentam em frente aos dados. O software utilziado é uma versão online de software SIG. Abaixo há vários mapas com animações gráficas que representam percursos em várias regiões da cidade com suas altitudes. Ver também esta imagem (link) com todas as rotas sugeridas.

Ciclovia Uvaranas - O trecho é plano e demonstra possibilidade para construção de ciclovia:

Rota de bicicleta 1295318 - powered by Bikemap 


Ciclovia Nova Rússia - O trecho é plano e possibilita a instalação de ciclovia ligando o Shopping Palladium (Terminal Central) com o Shopping Total e indo até o Terminal da Nova Rússia:

Bike route 1295348 - powered by Bikemap 


Ciclovia Esplanada - O trecho é plano e possibilita a instalação de ciclovia - a ciclovia existente em parte do trajeto está muito deteriorada:

Rota de bicicleta 1295331 - powered by Bikemap 


Ciclovia Oeste - Este trecho é um dos mais favoráveis à crição de uma ciclovia e ligará os bairros da Chapada ao Terminal da Nova Rússia:

Rota de bicicleta 1295335 - powered by Bikemap 

Ciclovia Vendrami - O trecho plano utiliza a antiga linha férrea, portanto é a situação mais favorável para construção de ciclovia. O mapa mostra trajeto do Terminal Central até a Bungue Fertilizantes (Vendrami) portanto uma grande extesão praticamente em nível, sem subidas nem descidas:
Obs.: Notar a suave declividade ao longo da antiga linha férrea.

Rota de bicicleta 1295141 - powered by Bikemap 

Ciclovia Santa Paula - Em trecho relativamente plano poderá fazer a ligação do Santa Paula com o Terminal da Nova Rússia. Será uma opção em horários de menor frequência de ônibus ou para aqueles que desejam usar a bicicleta:

Rota de bicicleta 1297026 - powered by Bikemap 

Abaixo mostramos alguns mapas nos quais se pode observar a real dificuldade de implantação de ciclovias e/ou ciclofaixas em alguns pontos da cidade

Terminl Central - Ronda - Santa Paula - Este trajeto é muito difícil para bicicletas, porém toda a região do Santa Paula é relativamente plana e pode ter ciclovia e/ou ciclofaixa. Bicicletários para integração com transporte coletivo ajudariam muito. Esta região da cidade dificilmente será atendida por ciclovia ligando diretamente ao centro (observar gráfico de declividade no mapa abaixo):

Rota de bicicleta 1296798 - powered by Bikemap 

Volta de 60 km em torno de Ponta Grossa. Este trajeto foi colocado para comparação pois mostra a grande decivlidade ao redor da cidade fora dos espigões, principalmente quando utilizamos a direção norte-sul:

Rota de bicicleta 1294671 - powered by Bikemap 


As imagens abaixo mostram alguns recursos que podem ser utilizados para analisar os mapas de relevo, escolhendo as rotas com menor declividade. Com a utilização de software moderno e grande base de dados geográficos, apenas a criatividade será o limite para os projetos que Ponta Grossa tanto precisa.

Mapa (Rota 7) com elevações
Mapa (Rota 7) vista 3d

18 de abr de 2012

Moção de Apelo será votada dia 23/04/12 na Câmara Municipal - Vamos colocar "Pressão na Câmara"

Dia 23/04/12, segunda-feira à partir das 15:00 horas, será votada na Câmara uma moção de apelo ao prefeito de Ponta Grossa para que utilize recursos federais e faça investimentos na infra-estrutura de transporte não-motorizado em Ponta Grossa, segundo anúncio do vereador Alessandro Lozza (PSDB) em sua página no Facebook: 'Sabemos que o Governo Municipal tem pecado em alguns pontos, dentre eles destacamos a não preocupação em adaptar nossa cidade àqueles que utilizam da bicicleta como meio de transporte alternativo. Segundo dados da Gazeta do Povo, dos mais de R$10 milhões reservados para ações de apoio ao transporte não-motorizado, apenas R$957 mil foram utilizados. Nos últimos três anos, apenas nove cidades foram contempladas com o recurso, nenhuma Paranaense. De posse destes dados, achamos por bem protocolar uma “Moção de Apelo” ao Poder Executivo pedindo que sejam elaborados projetos para ações de apoio ao transporte não-motorizado, para que assim possamos receber verbas destinadas ao setor cicloviário e adequar Ponta Grossa à prática do ciclismo, modalidade de transporte que além de econômica, é saudável e ambientalmente correta.'

Alguns vereadores já nos apoiaram em eventos anteriores (Alessandro Lozza, Ana Maria e Maurício Silva) mas precisamos de mais vereadores do nosso lado! Sabemos que os vereadores se sentem pressionados quando a população se manifesta em favor das medidas propostas, e neste caso, será importante a maior presença possível nas galerias da Câmara, principalmente ciclistas - de preferência com suas bicicletas - e qualquer pessoa que deseje melhora nas condições do trânsito de Ponta Grossa. Convidamos todos para colcoar PRESSÃO NA CÂMARA dia 23 para que também o transporte não-motorizado, E A BICICLETA, tenham seu papel reconhecido na mobilidade urbana em nossa cidade.

Compareça na Câmara dia 23/04/12 às 15:00 com sua voz por uma Ponta Grossa mais amiga da segurança do ciclista e de todos que utilizam o transporte não-motorizado. Ajude nesse evento organizando seus grupos, alunos, amigos, enfim, todos que possam comparecer.

Se não puder comprarecer, fale com a câmara:
  • Avenida Visconde de Taunay, 880 - Ronda CEP 84051-000
  • Telefone: 42 - 3220 7100

Contato direto com a Câmara:
  • diretoriageral@cmpg.pr.gov.br
  • imprensa@cmpg.pr.gov.br
  • juridico@cmpg.pr.gov.br
  • presidencia@cmpg.pr.gov.br

Vereadores de Ponta Grossa:
  • Alessandro Lozza Perreira de Moraes
  • email: alessandro@cmpg.pr.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7137 ou 9127-6592
  • Aline de Almeida César
  • email: aline@cmpg.pr.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7118 ou 9127-6651
  • Alysson Fernando Zampieri
  • email: zampieri@cmpg.pr.gov.br  
  • Tel:(42) 3220-7125 ou 9126-4600
  • Ana Maria Branco de Holleben
  • email: ana@cmpg.pr.gov.br  
  • Tel:(42) 3220-7135 ou 9127-6619
  • George Luiz de Oliveira
  • email: george@cmpg.pr.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7123 ou 9127-6690
  • Edilson Fogaça de Almeida
  • email: fogaca@cmpg.pr.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7112 ou 9111-9906
  • Enoc Pereira Brizola - Dr. Enoc
  • email: enoc@cmpg.pr.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7114 ou 9128-8999
  • José Carlos Sahagoff Raad - Dr. Zeca  
  • email: drzeca@cmpg.pr.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7110 ou 9127-6646
  • Julio Francisco Shimanki Kuller
  • email: kuller@cmpg.pr.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7121 ou 9127-6674
  • Márcio Fernando Schirlo
  • email: schirlo@cmpg.pr.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7128 ou 9107-0086
  • Mauricio Silva
  • email: mauricio@cmpg.pr.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7106 ou 9127-6589
  • Pascoal Adura - Dr. Pascoal
  • email: doutorpascoal@cmpg.pr.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7139 ou 9118-3900
  • Sebastião Mainardes Júnior
  • email: mainardes@cmpg.pr.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7116 ou 9127-6626
  • Valfredo Dzazio - Dr. Laco
  • email: laco@cmpg.pr.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7133 ou 9127-6662
  • Walter José de Souza - Valtão
  • email: valtao@cmpg.gov.br
  • Tel:(42) 3220-7108 ou 9106-9977

17 de abr de 2012

Assunto: Plano Diretor Participativo

Abaixo um artigo que explica a implementação e utilização de um Plano Diretor Partcipativo em um típico município Brasileiro. Reproduzido do JurisWay - neste link.


MÉTODOS PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO


Resumo:

Em 2001, surge o Estatuto da Cidade, que ao regulamentar os artigos 182 e 183 da CF/88, estabelece mecanismos para a elaboração do Plano Diretor nos Municípios. A iniciativa é do Gestor Público, devendo toda população tomar parte na elaboração. Se ocultado a participação é cabível anulação pela justiça e punidos os responsáveis por improbidade Administrativa. As etapas devem ser discutidas com toda a comunidade municipal respeitando o interesse da coletividade. Após a aprovação, deve ser criado o Conselho Municipal do Plano Diretor e este terá suas obrigações no Regimento Interno devendo ser enviado todo o material desenvolvido ao longo do processo para o Ministério da Cidade, estando apto em alocar Recursos e aplicar os mecanismos traçados no Plano Diretor.

Palavra chave: Estatuto da cidade, Plano Diretor, Participação dos Munícipes.

1. Introdução

Seguido da Lei Orgânica Municipal, o Plano Diretor é o principal instrumento de Planejamento Municipal, pois sua feitura é resultado da participação de todos os habitantes de um determinado Município.

Treze anos após a promulgação da Carta Magna, surge o Estatuto da Cidade. Este veio regulamentar os artigos 182 e 183, referendando a relação do administrador com os administrados, dando responsabilidade e eficiência na alocação e distribuição de recursos.

Por outro lado, o Plano diretor é o mecanismo basilar e articulador dos demais instrumentos que compõem o sistema de planejamento municipal, isto é, Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentária e Lei de Orçamento Anual.

Este artigo demonstrará a culminação do Plano Diretor, ou seja, iniciativa da Gestão Pública, participação popular, criação do núcleo gestor, diagnóstico técnico, audiências públicas e Conselho Municipal do Plano Diretor.

2. Desenvolvimento

Entre os 5.562 Municípios existentes em nosso País, Três Palmeiras-RS, por exemplo, não está inserido aos que devem elaborar seu Plano Diretor, conforme determina o artigo 41 do Estatuto da Cidade, porém o futuro deve ser planejado, respeitando a função social da propriedade.

Conforme disciplina o Estatuto da Cidade, a iniciativa para propor a elaboração do Plano Diretor é do Poder Executivo, hipótese em que todos devem participar na sua elaboração. Se o Gestor da cidade não tomar iniciativa, o Egrégio Parlamento Municipal deve criar mecanismos de conscientização para iniciar esta ação tão importante.

Hodiernamente, ao contrário que se pensava no passado em que tudo era desenvolvido pelos técnicos e que o Administrador somente tinha o mando no processo.

Infelizmente, muitas pessoas ainda cultivam essa idéia, em contraponto ao pensamento moderno, que exige que o planejamento seja construído com a participação da população, em suas diferentes formas de organização. (BERNARDY, 2008).


Dentro deste contexto, os artigos 43 e 52, inciso VI, do Estatuto da Cidade e Lei Federal nº 8.429/92 determinam que os Poderes Executivo e Legislativo devem garantir no processo de elaboração do Plano Diretor a participação dos diversos segmentos da sociedade, promovendo audiências Públicas e debates, garantindo a fiscalização de sua implementação e dando plena publicidade de todos os documentos produzidos, os quais deverão ficar à disposição do cidadão interessado.

Destarte, quando ocultado a participação na elaboração do Plano Diretor, é cabível uma representação junto ao Ministério Público, solicitando que seja anulada o procedimento, hipótese em que é aberto uma Ação Civil Pública, podendo acabar em Improbidade Administrativa aos responsáveis e ser anulada a Lei de Plano Diretor pela justiça.

Por esta razão, planejamento e gestão são temas essenciais ao desenvolvimento e devem caminhar em conjunto. Embora tratem de assuntos técnicos, devem contemplar a dimensão política da participação da população, tanto na formulação das políticas públicas como em seu acompanhamento, fiscalização e aperfeiçoamento. (BERNARDY, 2008).


Sendo assim, o Núcleo Gestor formado pelo Poder Público e sociedade civil organizada têm a responsabilização na condução de todo o processo, criando e estabelecendo formas em todas as etapas do Plano Diretor.

É evidente que a Administração já tenha realizado a contratação de uma Assessoria formada por profissionais multidisciplinares, quando não possui no quadro da Administração.

Neste contexto, a equipe técnica deve atuar como coordenadora e facilitadora da discussão, além de produzir os dados e informações que serão socializados e utilizados nos debates. Igualmente, é de sua responsabilidade, conjuntamente com a participação dos representantes da população, a definição, do método do processo. (BERNARDY, 2008).


É interessante designar um servidor com incumbência de divulgar com antecedência de quinze dias, nos meios de comunicação de massa todos os cronogramas e as decisões, manter os contatos com os profissionais externos (empresa contratada), com o núcleo gestor e com toda a comunidade do município. Este aconselha que não seja daqueles servidores de livre nomeação e exoneração, por ser temporário no Cargo.

No discorrer do processo é feita a leitura do Município que temos e discutido as propostas da cidade que queremos, através das rodadas das oficinas participativas por região e/ou em comunidades, nos Municípios como Três Palmeiras-RS.

Num segundo momento todo o estudo já realizado é analisado minuciosamente, retomando outra vez toda a legislação pertinente no Município, ou seja, Lei Orgânica, Plano Diretor (se existe), Código de Obras, Código de Posturas, Código do Meio Ambiente, entre outras.

Isto é feito pelos técnicos, que analisam toda a Leitura comunitária como: dinâmica populacional, vazios urbanos, padrão de edificação, tendências de crescimento urbano, ocupação em áreas de preservação ambiental, conflitos no uso do solo, no trânsito, localização dos equipamentos públicos, sede dos distritos, núcleos rurais...

Levantada a proposta e compatível com todas as Leis Federais e Estaduais que incidem sobre o assunto em questão, então é elaborado o Projeto de Lei e encaminhado para a Câmara de Vereadores. Em seguida, deve ser feito, pelo Poder Legislativo, rodadas de audiências públicas, momento em que deve ser respeitado o interesse da coletividade.

Para ajudar o vereador a conduzir de modo adequado a tramitação do Plano Diretor na Câmara Municipal, vamos dividir o assunto em algumas etapas: Preparação; avaliação do processo participativo e do conteúdo; planejamento das audiências públicas no legislativo; reformulação do PL; votação e divulgação. (FRENAVRU, 2006).


Aprovado o projeto de Lei pelo Poder Legislativo e Decretado pelo mesmo Poder, retorna para o Poder Executivo, para sanção e publicação.

Tornando Lei Municipal, então é criado através de Decreto Municipal, após indicação das entidades organizadas, o Conselho Municipal do Plano Diretor, com atribuições dentro do Regimento Interno.

Após todo o trabalho realizado, é enviado ao Ministério das Cidades, isto é, Decretos do Poder Executivo, que nomeia servidores, Núcleo Gestor, Conselho do Plano diretor, lista de presença da leitura comunitária, decreto do Poder Legislativo aprovando o Projeto de Lei e a Lei do Plano Diretor.

3. Conclusão

Diante do exposto, concluímos que somente é possível um Município ter desenvolvimento territorial eficaz, com a Elaboração do Plano Diretor, independentemente de estar ou não, entre aqueles que o Estatuto da Cidade traz menção obrigatória.

Mesmo porque é o momento de unificar toda a legislação esparsa existente na base Municipal, construindo uma Lei que é considerada a maior entre todas depois da Lei Orgânica. Esta resultante do pacto firmado entre a sociedade e os Poderes Executivo e Legislativo.

Sua relevância é indiscutível, pois traz todos os instrumentos da política urbana, conforme preconiza o artigo 4º, inciso III, alíneas seguintes da Lei 10.257, de 10 de julho de 2001.

Ademais, é o marco referencial para a Administração captar recursos, bem como realizar os investimentos de demanda prioritária no Município. É claro se usado as ferramentas adequadamente.

4. Bibliografia

Bernardy, Rógis Juarez. Território, planejamento e gestão: um estudo do Oeste Catarinense a partir da AMOSC/ Rógis Juarez Bernardy; Jeancarlo Zuanazzi; Ricardo Rodrigues Monteiro.- Chapecó: FIE, 2008.

Brasil. Ministério das Cidades Plano diretor Participativo: guia para elaboração pelos Municípios e cidadãos. 2ª Edição/Coordenador Geral de Raquel Rolnik e Otilie Macedo Pinheiro –Brasilia: Confea, 2005.

FRENAVRU -Frente Nacional pela Reforma Urbana. Cartilha do Vereador. 1ª edição. Brasília, 2006. disponível em: www.cidades.gov.br/planodiretorparticipativo. Acessado em 10 de setembro de 2008.

16 de abr de 2012

Municípios ignoram recursos de ciclovias - Vida e Cidadania - Gazeta do Povo

Municípios perdem recursos. É isso que o ProCiclovias vem falando há tempos, há recursos para ciclovias e estrutura cicloviárias, mas os municípios não fazem projetos. Leia na Gazeta do Povo mais informações sobre o assunto nessa excelente reportagem.

"Dos mais de R$ 10 milhões reservados para ações de apoio ao transporte não-motorizado, apenas R$ 957 mil foram utilizados

Apontada por especialistas como uma das soluções para o caótico trânsito das médias e grandes cidades, a expansão da malha cicloviária ainda não é prioridade para a maioria dos municípios brasileiros. Pelo menos é isso que indica a baixa procura das prefeituras pelo programa do governo federal Bicicleta Brasil, que nos últimos três anos destinou recursos a apenas nove cidades.

Segundo dados do Orçamento da União e do Portal da Transparência, dos mais de R$ 10 milhões reservados para repasse a ações de apoio ao transporte não-motorizado no último triênio, apenas R$ 957 mil foram efetivamente utilizados pelas prefeituras. No período, nenhuma cidade do Paraná pleiteou ou foi contemplada com dinheiro da ação..."

Leia mais clicando no link:
Municípios ignoram recursos de ciclovias - Vida e Cidadania - Gazeta do Povo

15 de abr de 2012

Diário dos Campos: Mobilidade Urbana Sustentável - 15/04/2012

Abaixo o artigo, tal como publicado no jornal.

Todas as manhãs vamos ao trabalho, estudos, compras, visitamos outras pessoas, etc. Utilizamos as calçadas, ruas, praças, estacionamentos, garagens e quase sem perceber assumimos que o carro é a melhor maneira para para esta locomoção.

Os que vão a pé ou de ônibus são vistos com certa inferioridade, como se o transporte que utilizam medisse seu sucesso social. Os que optam pela motocicleta, por sua agilidade ou economia, expõem-se ao clima e perigos do trânsito. Os que usam a bicicleta são vistos como um estorvo – algo que deve ser tolerado, mas que não deveria estar ali, pois atrapalha.

Pensamos apenas em trânsito, não pensamos em mobilidade. Mobilidade é o exercício do direito de ir e vir, de maneira contínua, segura, saudável, e, ouso dizer, prazerosa - parte da experiência diária da cidadania. Mobilidade deve oferecer o mesmo conforto de assistir televisão ou ver as crianças brincarem no jardim e não deveria ser algo desagradável que somos forçados a fazer para chegar ao nosso destino.

Neste espaço o Movimento ProCicloviasPG irá discutir ideias que possam contribuir para uma cidade melhor para todos, voltada para seus cidadãos, para aqueles que deslocam-se de todas as formas e não somente com automóveis. Uma experiência de mobilidade com menos estresse, mais inclusiva, menos poluente, mais saudável, mais moderna e mais segura certamente irá beneficiar a todos.

Participe da discussão e contribua com suas ideias, acesse:
http://prociclovias.blogspot.com

ProCicloviasPG realiza campanhas educativas em escolas da cidade

Reproduzido do Portal Comunitário de Ponta Grossa, aqui. (vídeo do CQC abaixo)
Sáb, 14 de Abril de 2012 08:12 Fernanda Rosas e Maria Fernanda Teixeira  


Alunos assistem a vídeo do CQC
sobre ciclovias na cidade de São Paulo
No dia 28 de março, a Escola Estadual Professor Eugênio Malanski recebeu a visita do grupo para um debate sobre a necessidade de ciclovias e a importância da utilização de bicicletas no município


O Movimento ProCicloviasPG busca parcerias com escolas da cidade para realização de palestras educativas. O objetivo do grupo é discutir a importância do uso da bicicleta para o Meio Ambiente e a necessidade da implantação de uma estrutura cicloviária em Ponta Grossa. No dia 28 de março, a integrante do ProCicloviasPG, Fátima Ribeiro, visitou a Escola Estadual Professor Eugênio Malanski, no Núcleo Borsato. “A ideia é promover essa discussão nas salas de aula, para os alunos mudarem a visão de que somente o carro é importante. Nós precisamos estimular meios alternativos de transporte e pensar em uma cidade que não seja feita só para carros”, afirma.

Com apresentação de vídeos que tratam do assunto, Fátima procurou mostrar aos estudantes de ensino médio da escola a situação de ciclovias em cidades como São Paulo e, principalmente, em Ponta Grossa. “Não existe estrutura cicloviária na cidade. Há apenas duas ciclovias, uma no Contorno Leste e outra no (Bairro) Santa Mônica. São cerca de 4 km de faixas mal conservadas e mal planejadas”, reclama Fátima.

Os vídeos mostraram ainda exemplos bem sucedidos de uso adequado do espaço urbano e utilização de bicicletas como meio de transporte, em países como Holanda e Dinamarca. “Inclusive no Brasil há exemplos positivos. Em Toledo (PR) existe um sistema de aluguel de bicicletas e em Blumenau (SC) há uma grande estrutura cicloviária”, afirma Fátima.

A professora de Educação Física, Simone Ciunek Correa, explica que muitos alunos da escola se interessam pelo assunto e assinaram, inclusive, o abaixo-assinado promovido pelo Movimento para implantação da Lei da Bicicleta no município. “Essa discussão é importante porque, como estamos em um bairro afastado do centro, muitos estudantes e os próprios pais desses alunos utilizam a bicicleta como meio de transporte”, diz a professora.

Alternativas

Cada aluno participou do debate apresentando três medidas para melhorar o trânsito em Ponta Grossa. Segundo os estudantes, a cidade precisa de mais ciclovias, planejamento para pedestres, segurança, limpeza e manutenção das vias, respeito aos ciclistas e aplicação efetiva de leis e multas. Houve até quem sugerisse baixar o preço das bicicletas para estimular o uso.

“Ninguém respeita o trânsito e as pessoas estão morrendo. As ciclovias são importantes para nossa própria segurança”, diz Marlene Andrade, aluna da escola. De acordo com Elisama Cozorski Galvão, de 14 anos, as pessoas que andam de carro também deveriam pensar e ter mais respeito pelos pedestres e ciclistas. O pai da estudante utiliza a bicicleta diariamente e reclama bastante de desrespeito e xingamentos no trânsito.

Serviço: As escolas que tiverem interesse nas palestras do Movimento ProcicloviasPG devem entrar em contato com o grupo pelo e-mail: prociclovias@gmail.com


Vídeo do CQC, Proteste Já

Diário dos Campos: Mobilidade Urbana Sustentável

O Movimento ProCicloviasPG inaugurou hoje uma seção no Jornal Diário dos Campos. Todos os domingos iremos abordar assuntos relacionados com Mobilidade Urbana Sustentável e Mobilidade Ciclística. Sugestões para os artigos são bem vindas e podem ser encaminhadas pelo email prociclovias@gmail.com.

O artigo de hoje (5A/Geral) é uma breve introdução ao tema Mobilidade Urbana Sustentável, do ponto de vista dos usuários das vias públicas e aspectos de sustentabilidade. Abaixo o primeiro parágrafo do artigo.

Saudações cicloativistas.

"Todas as manhãs vamos ao trabalho, estudos, compras, visitamos outras pessoas, etc. Utilizamos as calçadas, ruas, praças, estacionamentos, garagens e quase sem perceber assumimos que o carro é a melhor maneira para para esta locomoção..."

14 de abr de 2012

Mesmo num mundo imperfeito, fazer o certo não deveria ser errado

Porque a nossa prefeitura ignora tão descaradamente o problema da mobilidade urbana na cidade? Porque tratar as reivindicações de mais segurança para os ciclistas com o já usual descaso e desculpas tão esfarrapadas que não fazem sentido nem mesmo um garoto do ensino fundamental?

Dando uma volta pela cidade, não é difícil concluir que a atual administração municipal, talvez uma das menos eficazes que Ponta Grossa tenha tido recentemente, interessa-se, seja lá por quais motivos, apenas por grandes obras. É o velho jargão político em prática: grandes obras tem visibilidade maior, trazem votos para o partido, proporcionam excelentes oportunidades para fotos de inauguração, discursos, etc. Mesmo assim, alguém  me esclareça, porque deliberadamente evitar obras simples que podem trazer mais segurança aos ciclistas? Mesmo que o interesse seja as obras, não faria sentido incluir as grandes obras de parques e estrutura cicloviária que a cidade tanto precisa?

Se o interesse é a especulação imobiliária - e isso fica evidente para qualquer um que observe os arredores da cidade - não faria sentido incluir uma estrutura cicloviária, bicicletários nos terminais, paraciclos e demais facilidades para os ciclistas nas vias de acesso aos novos conjuntos habitacionais? Afinal, os moradores destes locais tão distantes do centro da cidade precisarão de locomoção barata de qualquer maneira, não é mesmo? Porque mandar esta população menos favorecida para tão longe, efetivamente isolando-os em um mundo diferente do mundo do centro da cidade, e ainda por cima fazê-los sofrer com um transporte público de baixa qualidade - não por culpa da empresa concessionária, mas pelo baixo investimento da prefeitura?

Eu já estive em reunião com o prefeito e ele me disse que não acredita em bicicleta para transporte; ele me disse que bicicleta é somente para recreação - ainda custo acreditar no que ouvi. Mas eu pergunto, em que mundo estamos onde um prefeito pode definir como a cidade será planejada e construída baseado apenas em opiniões pessoais, ultrapssadas, caducas e que ferem qualquer noção de sustentabilidade, proteção ao meio ambiente, estímulo à saúde pública e tantas outros conceitos modernos de mobilidade urbana sustentável?

Uma das respostas pode ser a ausência, na prática, do Plano Diretor Municipal. Com o plano diretor as coisas seriam diferentes, mas parece que nenhum prefeito e nenhum vereador gosta muito do Plano Diretor Municipal, pois o nosso esta bem enfiado em uma gaveta, sei lá de que departamento, e ninguém, de nenhum partido - esquerda ou direita - toca no assunto. O tabu do plano diretor é um desses tabus complicados, como casamento homosexual, aborto, pena de morte, etc. Melhor nem falar do assunto porque "esse negócio pode dar m____'.

Hoje eu acessei o site da Prefeitura de Belo Horizonte (links abaixo) e vi um programa completo de construção de ciclovias, ciclofaixas, bicicletários, etc. Mesmo que este seja um programa eleitoreiro (talvez não o seja) as ciclovias estão sendo construídas, uma a uma. Talvez não com o melhor planejamento, mas algo está sendo feito. Em Curitiba é a mesma situação: várias obras iniciais da estrutura cicloviária de Curitiba foram fracassos, por exemplo, calçadas compartilhadas que não levam ciclistas a lugar nenhum e só aumentam os conflitos de mobilidade no trânsito. Porem estes erros estão sendo corrigidos e a cidade está avançando. Muitos prefeitos (talvez orientados por assessores e secretários mais competentes que os que temos aqui em Ponta Grossa) estão reconhecendo - a exemplo do que vem ocorrendo no mundo todo - que investir na estrutura cicloviária da cidade pode render também resultados políticos, além dos óbvios benefícios para a população.

Eu não acho que ninguém da administração ou câmara dos vereadores seja uma pessoa má por natureza. Todos querem o bem para suas famílias e, de uma maneira ou outra, querem ver o tal "progresso da cidade" - por mais ultrapassado que esse conceito seja. A nível pessoal, parecem reconhecer as verdadeiras necessidades da população e, até certo ponto, tem conhecimento do assunto.

Então, porque é que continuamos neste marasmo político-administrativo?

Portal da BHTRANS, a Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte

11 de abr de 2012

Como a Política Mata Ciclistas

Sábado, 7 de abril de 2012
Como a Política Mata Ciclistas
 06:30 Everton - Notícias Do Dia - link 


Nunca andamos tanto de bicicleta - e por isso mesmo nunca houve tão pouco espaço para elas. E para mudar isso só há um caminho: acabar com a miopia urbanísticas dos governantes.

Cada Um De Nós tem uma escolha a fazer sobre como chegar ao trabalho todas as manhãs. Podemos ir de carro, a pé, de transporte público, de táxi, de moto, de bicicleta. Há prós e contras para todas as opções. Ônibus é mais barato, mas também não é nenhuma pechincha: em São Paulo, onde a passagem custa R$ 3, um mês de ida e volta de ônibus custa R$ 180 por pessoa, 30% do valor do salário mínimo. E é infernal: implica muito aperto, muito tempo perdido, muito susto com motoristas estressados... (e que não se desequilibraria passando o dia no trânsito?).


É tão ruim que uma minoria crescente da população opta por ter um carro. A vida com carro não é boa, mas é muito melhor do que dentro do ônibus. Os vidros fumê, o ar condicionado e a música ambiente dão a sensação de que está tudo bem, apesar de Sodoma e Gomorra lá fora. Ter carro é caro: custa mais de R$ 1 mil por mês, se tudo for colocado na conta (impostos, estacionamento, gasolina, depreciação do veículo). E há várias contas para o resto da cidade: essas opções implica poluição, piora do clima, custos para a saúde. Além dos usuários de transporte público e carro, há quem prefira caminhar (a escolha mais barata), outros andam de táxi. E há quem opte pela bicicleta.


Bicicleta só não é mais barata do que caminhar. E, além do custo baixo, ela é boa para quem pedala (evita obesidade, depressão, doença cardíaca, câncer, melhora o sono, o sexo, a disposição) e para a cidade (reduz o trânsito, não emite poluentes, não piora o clima e reduz gastos públicos com saúde). A prefeitura de Companhague calculou que, a cada quilômetro que uma pessoa anda de carro, a cidade gasta R$ 0,30. A cada quilômetro pedalando por uma bicicleta, a cidade ganha R$ 0,70 (com o incremento do turismo, por exemplo). Ou seja, abrir espaço para bicicletas é bom para todo mundo.

A boa notícia é que nunca se pedalou tanto. Só na cidade de São Paulo o número de deslocamentos de bicicleta subiu de 47 mil por dia em 1987 para 147 mil em 2007 (data das estatísticas mais recentes). Isso é quase o dobro dos deslocamentos de táxi (78 mil). Em países bem administrados, os cidadãos são estimulados a escolher aquilo que é melhor para todos. Na Bélgica, por exemplo, ciclistas pagam menos impostos. Já no Brasil, pedestres e ciclistas são punidos com a falta de espaço.

O prefeito é responsável por construir infraestrutura para a cidade. Ele cobra impostos de todos os habitantes e, com esse dinheiro, tem a obrigação de tornar o espaço público adequado para todo mundo. Nas cidades brasileiras, a maior parte dos investimentos no espaço público é tradicionalmente voltada para quem anda de carro - o dinheiro que a prefeitura toma de todo mundo é gasto com um só grupo.

Por quê? Por inércia. Na nossa cultura política, o que rende voto é obra monumental - basicamente grandes viadutos e avenidas. Não por consciência, as empreiteiras que fazem essas obras são as grandes financiadoras da eleições. Ou seja, o dinheiro doado na campanha volta multiplicado ao bolso de quem "doou".

Esse ciclo vicioso, por sí só, não é o responsável pela quase inexistência de infraestrutura para ciclistas no Brasil, mas ajuda. É que as obras viárias matam dois coelhos dos políticos com uma cajadada só: rendem contratos gordos para os financiadores de campanha e votos, muitos votos. Mas essa é uma visão caduca.

Não é de hoje que bom urbanismo ganha eleição - e não é exagero concluir que essa tendência vive um auge histórico. O caso do Bike Rio serve de exemplo. Trata-se de um sistema de aluguel de bicicletas a exemplo do Vélib, de Paris: você aluga a bicicleta num ponto e devolve em outro. Esperavam que o sistema tivesse 7 mil usuários. Pouco depois da inauguração, em outubro de 2011, eram 45 mil. Moral da história: construa uma boa infraestrutura, e a bicicleta como meio de transporte virá - para o bem de todos.

Olhar com atenção para este assunto, não é só uma questão de urbanismo, inclusive, mas de segurança pública. Em março, a ciclista Juliana Ingrid Dias morreu esmagada por um ônibus na Avenida Paulista, em São Paulo. Ela foi uma entre os 3 ciclistas mortos no Brasil naquela semana. José Carlos Lopes, o motorista do ônibus que a matou, disse que a conhecia, que a via todos os dias, que ela era consciente, cuidadosa, educada, "tinha noção do espaço dela". Mas não havia espaço para ela. E enquanto a visão urbanística dos nossos prefeitos continuar míope, as mortes não vão parar.

10 de abr de 2012

Pedal da Madrugada

Este pedal é para treino em região central da cidade e em local de pouco movimento. São 13,5 km por "volta" no percurso entre a indústria Sadia em Uvaranas e a garagem da VCG em oficinas. Duas voltas completas fecham cerca de 27 km e pode ser feito em 2 horas.

Assim, os que quiserem treinar em horário de pouco movimento estão convidados a formar este grupo e praticar nas terças e quintas de manhã, saindo às 6:30 do Parque Ambiental. Veja o mapa e nossa agenda com os detalhes.


Descrição do Pedal da Madrugada:
  • Saída: Parque Ambiental Ponta Grossa / Posto da PM
  • Objetivo: Pedal para treino
  • Extensão: 13,6 km
  • Trajeto (1 volta):
    • Parque Ambiental
    • Carlos Cavalcanti
    • Fábrica da Sadia
    • Bpo Dom Geraldo Pelanda
    • Parque Ambiental
    • Av dos Vereadores
    • Garagem VCG
    • Av dos Vereadores
    • Parque Ambiental
  • Número de voltas: 2
  • Média horária: 21 a 27 km/h, dependendo do participante
  • Tipo de bicicleta: speed ou MTB
  • Variações: de acordo com o grau de dificuldade desejado

Rota de bicicleta 1507236 - powered by Bikemap 

6 de abr de 2012

Se essa rua, se essa rua fosse minha ...

Um excelente documentário sobre a urbanização de São Paulo, com um enfoque geográfico-histórico, permeando também questões sobre meio ambiente, política.

Mesmo que seja sobre SP, é importante material para reflexão, pois fala das escolhas feitas no processo de crescimento da cidade, especulação imobiliária, etc.

5 de abr de 2012

Sai: Manifestação Ciclística / Entra: Pedal de Domingo - atualizado

Manifestação
Ciclística do
ProCicloviasPG
Caros amigos e apoiadores,

Durante todo o ano de 2011 e parte de 2012 o ProCicloviasPG promoveu as Manifestações Ciclísticas como forma de reunir pessoas que lutam por melhores condições de segurança para os ciclistas em Ponta Grossa. Recebemos o carinho e o apoio de muitos de vocês e tivemos momentos memoráveis, como a distribuição de mudas de árvores, paradas na Av Vicente Machado para interagir com motoristas e pedestres, além de outros. As Manifestações receberam cobertura e apoio de jornais, TVs, rádios, portais na internet e mais. Estamos muito felizes pelo sucesso e pensamos que as Manifestações atingiram completamente seus objetivos.

A partir de abril as Manifestações serão substituídas por um tranquilo passeio pela cidade, chamado de Pedal de Domingo. Sairemos às 9:30 da manhã do Parque Ambiental (próximo ao posto da PM) todos os domingos. O trajeto será plano e não muito longo, para que todos possam participar. Assim, não haverá o pedal do primeiro sábado deste mês, dia 07/04/12.

Contamos com todos que querem fazer de Ponta Grossa uma cidade mais amiga da bicicleta!

ADENDO: Ver também programação do Pedal da Madrugada (3a e 5a 6:30 às 7:30 - manhã)

2 de abr de 2012

Pedal de domingo

Nas duas últimas semanas foi realizado o Pedal das Meninas no domingo de manhã. Percebemos que, devido ao horário e baixo movimento de carros, o pedal é uma ótima oportunidade para que iniciantes participem em ambiente mais favorável e sem preocupações muito grandes com o trânsito, ônibus, etc.

Assim, convidamos a todos para participar do evento, que agora será para todos, meninos ou meninas, que queiram pedalar em roteiros mais planos e em horário de menos movimento. Será uma ótima oportunidade para se familiarizar com o uso da bicicleta nas vias, para aproveitar o sol da manhã de domingo de um jeito diferente e para conhecer pessoas que, como você, gostam da ideia de pedalar por aí porém não gostam de enfrentar o trânsito pesado de um dia normal.

Este foi o roteiro do pedal do dia 01/04/12: Saímos do Parque Ambiental, seguimos pela Silva Jardim, pegamos a Av dos Vereadores, passamos pela OAB/VCG, seguimos até a Dom Pedro I, cruzamos a Av Visc de Mauá e chegamos à traquila vizinhança da vila Maria Otília. Na volta fizemos o caminho inverso. Foram 11 km de uma pedalada tranquila e animada - e isso mostra que, escolhendo bem, até em Ponta Grossa é possível evitar as subidas :)

Venha pedalar conosco no próximo domingo de páscoa, 08/04/12, a partir das 9:30 da manhã.

Abaixo, o mapa deste pedal, com quadro de altitudes do trajeto:

Trajeto do Pedal de Domingo de 01/04/2012
com quadro de altitudes - ver trajeto plano