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9 de nov. de 2013

"Ciclovias em Ponta Grossa Serão Implantadas por Fases"

Com o título acima o Jornal da Manhã divulgou, em sua edição do dia 08/11/2013, o trabalho conjunto do IPLAN (Instituto de Planejamento Urbano de Ponta Grossa, reativado pela atual administração) e do ProCicloviasPG na elaboração dos projetos que serão submetidos ao Ministério das Cidades, onde serão solicitadas verbas para a construção da malha cicloviária de Ponta Grossa. Salientamos que o ProCicloviasPG iniciou a mobilização de ciclistas, alguns estudos informais, e muita discussão no início de 2010, porém a última administração não foi receptiva a estas ideias.

Com a reativação do IPLAN, o ProCicloviasPG foi procurado (em 23/09/13) e pudemos iniciar nossa cooperação com os projetos. O ProCicloviasPG, por ser um movimento voluntário, não dispõe dos recursos técnicos e de pessoal para elaborar projetos técnicos complexos. Nossa função é levantar assuntos que devem ser abordados pela administração e também sugerir ações baseados em nossa experiência como ciclistas, moradores de outras cidades (inclusive no exterior), e pessoas otimistas que desejam que nossa cidade seja mais amiga da bicicleta e dos ciclistas. Por exemplo, devido nossa experiência como ciclistas que transitam por toda a cidade, fomos capazes de elaborar mapas com sugestões de rotas para ciclovias. Apoiamos nossas escolhas de rotas na experiência prática e também em estudos científicos, por exemplo, um estudo elaborado em março de 2012 pelo professor doutor Cassiano Rech, do departamento de Educação Física da UEPG, com funcionários da indústria metal-mecânica da cidade.

Assim, nos colocamos como uma voz que trabalha pela segurança do ciclista da nossa cidade, para que tantos possam usar suas bicicletas para ir ao trabalho com segurança, assim como as famílias possam optar pelo lazer com bicicleta no final de semana, para que as pequenas viagens ao comércio possam ser feitas de maneira mais rápida e prática, para que os jovens possam usar bicicletas sem que seus pais fiquem preocupados com possíveis acidentes, para que os estudantes possam ir às escolas e universidades utilizando a bicicleta que mescla tão bem com eles (nós), e tantos outros usos. Os benefícios são inúmeros, para a o trânsito, para a saúde pública, para a beleza da cidade, emfim para todos, ciclistas ou não.

Abaixo o artigo do Jornal da Manhã (clique na imagem para ampliar):


5 de nov. de 2013

Ciclovias de Ponta Grossa

A imagem abaixo mostra as ciclovias propostas pelo ProCiclovias para Ponta Grosa. São 96,1 km de ciclovias, ou ciclofaixas ou calçadas compartilhadas! Isso mesmo, em Ponta Grosa temos muitas regiões em nível, conforme você pode ver no mapa -  não esqueça, em PG já passou trem pelo centro da cidade, lá está a Estação Saudade que não me deixa mentir! Desde o reativamento do IPLAN, nossa melhor esperança para o planejamento do futuro da nossa cidade, estamos com energia renovada! Parcicipe, colabore e atue junto conosco.
Proposta: Ciclovias de Ponta Grossa

1 de nov. de 2013

Novos desenvolvimentos na Mobilidade Ciclística em PG

Como anda a mobilidade por bicicleta em Ponta Grossa? É difícil responder essa pergunta com honestidade e manter um nível de educação adequado para todas as audiências...

Por outro lado estamos felizes em reportar que fomos procurados pelo IPLAN (o Instituto de Planejamento Municipal) dia 23/09 para colaborar com os novos projetos de Mobilidade para a cidade. Finalmente, após quase quatro anos de existência e promoção da mobilidade por bicicleta, encontramos pessoas que estão, de fato, interessadas não só em incorporar o uso da bicicleta como transporte urbano, mas também em PLANEJAR, o que em si já é um grande avanço em relação à administração anterior, e ao modo normal de administrar em Ponta Grossa.

Após os contatos iniciais com o Secretário João Ney Marçal no início do ano, pudemos nos reunir dia 8 de outubro com funcionários do IPLAN onde apresentamos nossas ideias e alguns de nossos projetos. Além disso pudemos contribuir com nossa visão de como a bicicleta pode ser inserida no contexto da mobilidade urbana, não como panaceia, não como uma solução pontual para eventuais conflitos entre modais, mas sim como parte de uma estrutura multimodal de mobilidade urbana,  apresentando soluções específicas que integram a bicicleta com o transporte público (ônibus), possibilitam maior segurança aos ciclistas, melhoram da saúde da população, economizam recursos públicos e particulares e assim colocar menos pressão no meio ambiente.

ProCiclovias e IPLAN observam ciclistas na Av. Carlos Cavalcanti

Acreditamos que teremos oportunidade futuras para conversar também sobre como atender a necessidade de todos os usuários, sejam jovens que querem se divertir, famílias em atividades de lazer, trabalhadores que usam a bicicleta pra transporte, ciclistas profissionais que terão um lugar seguro para pedalar com outros que não são atletas, enfim, todos que usam a bicicleta como transporte, lazer ou esporte.

Ou seja, a visão do ProCiclovias não é somente incluir algumas ciclovias na cidade e ponto final. Isso seria uma solução pontual e limitada para um problema muito mais complexo. A nossa visão é de uma completa integração da bicicleta com o transporte público - pelos muitos benefícios que esse sistema integrado proporciona para os usuários e para a cidade como um todo.

Hoje o ProCiclovias (Cloter) e o IPLAN (Arquitetas e Urbanistas Nisiane Madalozzo e Jamile Salim) estiveram na Av. Carlos Cavalcanti das 7:30 às 8:30 da manhã observando o tráfego de ciclistas que utilizam aquela via para ir ao trabalho e outros afazeres. Conversamos com alguns ciclistas, em especial com o jardineiro Sebastião que, com 53 anos de idade, utiliza a mesma Monark barra circular há 30 anos para ir até seus clientes - na bicicleta estava todo seu material de trabalho. Conversamos também com o João Maria, morador do São José que trabalha em um ferro velho na Rua Abílio Lima. O João Maria é deficiente, mas mesmo assim usa a bicicleta porque "é muito melhor para a saúde" nas palavras dele. Observamos várias situações onde os ciclistas, por não dispor de uma estrutura cicloviária adequada, acabam tomando decisões que podem colocar eles mesmos e outros usuários em risco. Conversamos sobre a necessidade de educação de trânsito, campanhas esclarecedoras e também sobre soluções práticas para problemas simples após observar que um senhor, que pretendia ir à uma lotérica, parou sua bicicleta do outro lado da rua pela simples falta de um paraciclo.

Sinceramente esperamos poder contribuir com nossos estudos, ideias e projetos desenvolvidos até agora para que Ponta Grossa possa, enfim, tornar-se uma cidade mais amiga da bicicleta. Se quiser participar com sugestões e ideias, fique à vontade para enviar email ou acessar nosso grupo e página no Facebook. Você pode, também, entrar em contato diretamente com o IPLAN. Se quiser somar aos ciclistas que saem para um pedal seguro em grupo, clique aqui.

11 de mar. de 2013

Campanha: Entendeu Agora?

ENTENDEU AGORA?
Clique na imagem para ampliar

Campanha: Entendeu Agora?

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Compartilhe a Via - todos ganham

Ao mesmo tempo que o ProCicloviasPG estimula o uso da bicicleta, nós nos preocupamos muito com a  segurança dos ciclistas em cidades onde não há uma estrutura cicloviária adequada, ou seja, em todas as cidades do Brasil. Apesar de termos inúmeros exemplos de cidades que investem em ciclovias, ciclofaixas, bicicletários, paraciclos, etc, estes investimentos ainda são tímidos para que a bicicleta ocupe seu merecido lugar no dia-a-dia e no trânsito brasileiros.

Crimes: dirigir e pedalar embriagado
Muitas das nossas ações anteriores são relacionadas com a segurança do ciclista e com suas responsabilidades no trânsito. O ciclista em uma bicicleta é veículo, reconhecido no CBT, portanto recomendamos que todos os ciclistas sigam as leis de trânsito. Isso inclui parar nos sinais vermelhos, dar preferência aos pedestres, sinalizar suas manobras, usar equipamentos de segurança, etc. Acreditamos que o ciclista deve seguir também leis de aplicação obscura a nós, como direção embriagada e excesso de velocidade. Não é seguro um ciclista a 50 ou mesmo 40 km/h na R. Balduíno Taques ou Av. Vicente Machado Também é um fato que há muitas pessoas que vão a bares e botecos, bebem, e ao voltar para casa pedalando envolvem-se em acidentes. Um colega meu de um antigo local de trabalho fez exatamente isso e uma boa parte das ocorrências atendidas pelo SIATE são dessa natureza. Alguns ciclistas andam na contra-mão por julgar mais seguro quando podem ver os automóveis que se aproximam. Estatisticamente está comprovado que este não é o caso - os acidentes são mais graves e mais frequentes quando o ciclista pedala na contra-mão pois muitos automóveis, pedestres e motos não esperam um ciclista vindo daquela direção e o ciclista, por ser mais lento que autos e motos, não consegue evitar a colisão. Todos esses exemplos já foram abordados no blog - faça uma pesquisa e você verá muitos destes artigos. Ciclista, você merece e quer respeito - faça sua parte e também respeite as leis.

Acreditamos que o tema mais atual em Ponta Grossa, no que se refere à segurança do ciclista, é o respeito e o compartilhamento da via entre os vários modais. A prefeitura indica que irá idealizar e executar os projetos de ciclofaixas e ciclovias, porém campanhas de conscientização são necessárias imediatamente para que os motoristas conduzam seus veículos atentos para a presença dos ciclistas. Para isso clamamos que a Prefeitura e o Estado invistam em campanhas nas TVs, jornais, rádio e Internet e propomos que os sindicatos e associações de profissionais  condutores participem ativamente destas campanhas, pois o motorista profissional tem uma influência grande entre familiares e amigos. Não bastará apenas que os ciclistas tenham um local seguro para pedalar - na verdade se os motoristas já respeitassem os ciclistas, não seria necessário criar um local seguro, protegido dos carros. Essa necessidade surge pois uma combinação de fatores como ruas estreitas, motoristas não preparados, falta de sinalização, falta de educação de trânsito curricular, veículos fora-de-controle são tão comuns que mesmo o ciclista mais cuidadoso está em perigo.

Não há dúvida que a bicicleta como meio de transporte faz sentido e seus efeitos são extremamente benéficos para a sociedade e para quem a utiliza. Não podemos compreender a demora das cidades brasileiras em adotar uma política mais sustentável em relação ao tema da Mobilidade Urbana. É um mistério para os ciclo-ativistas donde vem a relutância em estimular o uso da bicicleta. Seria o lobby da indústria automobilística tão poderoso e infiltrado na política brasileira? Bem, eles são poderosos, mas não acreditamos que exerçam influência direta na política local. Nos parece que a mentalidade do sistema político é a mesma do cidadão comum, e daí vem os problemas que presenciamos nas ruas, avenidas e estradas brasileiras.

Compartilhe a Via - é melhor para todos

Neste momento temos que falar de bicicleta para todos que conhecemos - não adianta somente "pregar para os convertidos". Temos que atingir cada vez mais pessoas em nossas conversas, no contato com a família, no trabalho, escola. Precisamos compartilhar essa nossa paixão pela bicicleta e por essa causa com outras pessoas e assim mostrar que iremos todos ganhar quando houver uma política pública séria que promova o uso da bicicleta para lazer, transporte e atividade física - como há em tantos países desenvolvidos.

5 de mar. de 2013

Um ano depois, uma nova tragédia. Aqui nossas sugestões para evitar a próxima.


A ciclista Julie Dias faleceu após colisão com um ônibus na Av. Paulista, SP, dia 02/03/2012. Julie tinha 33 anos, usava a bicicleta diariamente para seu transporte, era conhecida na Av. Paulista e tinha muita experiência. E mesmo assim, pela falta de uma via exclusiva para bicicletas, ela não conseguiu evitar sua própria morte. Dia 02/03/2013 houve uma manifestação em sua memória em São Paulo - ver aqui.

Fábio Matavelli
Aqui em Ponta Grossa, o ciclista Joelcio Xavier faleceu em colisão com automóvel dia 03/03/2012 - praticamente na mesma data que Julie, porém um ano depois. Joelcio trafegava na Rodovia do Talco que leva a uma região da cidade que é conhecida por suas belezas naturais, por suas cachoeiras e pelos locais tranquilos. Infelizmente esta mesma região já foi palco de muitas mortes devido ao abuso de bebida alcoólica, velocidade, vários tipos de imprudência, via estreita e sem acostamento - ver aqui e aqui.

Assim como em São Paulo, os ciclistas de Ponta Grossa sentiram-se todos atingidos por esta tragédia pois todos sabemos como os veículos maiores impõe um risco real à vida dos que utilizam a bicicleta para ir para o trabalho, como Julie e tantos outros, e para os que a utilizam para o lazer, como Joelcio, eu e tantos de nós.

http://naofoiacidente.org/blog/

Quero deixar bem claro que não devemos chamar esses casos de "acidentes". Acidente é algo que não se pode evitar. Por exemplo, mesmo a queda de um avião devido à falha mecânica pode ser facilmente rastreada a um erro humano em uma manutenção anterior, ou a alguma peça cara que não deveria ter passado no controle de qualidade mas foi aprovada porque a empresa não quis arcar com os custos. Eu desafio qualquer um me mostrar uma situação que causa a morte de pessoas no trânsito que possa ser chamada, de fato, de acidente. Imprudência, excesso de velocidade, consumo de álcool ou outras drogas, veículos em más condições de manutenção, falta de sinalização, pavimento inadequado (casos de aquaplanagem ou derrapagem em curvas), falta de acostamento, ruas e rodovias sem manutenção, motoristas com excesso de trabalho portanto cansados - essas são as verdadeiras causas dos "acidentes". A queda do Concorde, as explosões dos ônibus espaciais, uma morte no trânsito não são acidentes. Estes eventos devem ser chamados de "sinistros" - como as seguradoras bem o sabem - são perdas de vidas humanas que podem ser evitadas quando todas as precauções são tomadas, se a fiscalização é aplicada, se a educação de trânsito é levada a sério, enfim - quando todos fizerem a sua parte.

A Rodovia do Talco vem sendo palco de inúmeros destes eventos que ameaçam a vida dos que a utilizam, em particular dos ciclistas e dos que transitam à pé. Alguns destinos são relativamente próximos da UEPG, cerca de 10 km ou menos, e podem ser feitos á pé, por caminhada ou corrida. Porém, a falta de acostamento pode tornar o caminhar e o andar de bicicleta uma aventura arriscada.

Nós do ProCicloviasPG propomos que seja providenciado, imediatamente:
  1. A Rodovia do Talco deverá receber acostamento nas duas direções, de seu início próximo do Jardim Paraíso, até o final do asfalto na localidade de Itaiacoca.
  2. A Polícia Militar irá fiscalizar motoristas (em trânsito ou parados ao lado da pista) quanto ao consumo de álcool através de blitz e de uma viatura que faça o percurso algumas vezes por dia (finais de semana, principalmente à tarde).
  3. A Polícia Militar irá fiscalizar o excesso de velocidade, inclusive com a instalação de radares nos locais de maior perigo (descidas, curvas fechadas, etc.).
  4. As áreas de escape serão mantidas em boas condições, assim como os gramados e acostamentos serão mantidos livres de obstáculos que impeçam sua utilização.
  5. A prefeitura irá fazer campanha de esclarecimento e educação nas TVs, rádios e jornais explicando as ações tomadas, seus motivos e objetivos.
  6. A prefeitura irá, através da secretaria de cultura/turismo e em parceria com o governo do Estado, estimular o uso da Rodovia do Talco para o cicloturismo e, através da maior presença de ciclistas naquela região da cidade, criar a consciência do respeito aos modais de transporte não-motorizado (ex.: caminhar e bicicleta).
  7. A prefeitura irá fazer campanha e divulgar os benefícios do andar de bicicleta para saúde, para a melhoria do trânsito e para a sociedade em geral.
  8. Futuramente, para receber e estimular o cicloturismo, a prefeitura irá instalar quiosques ao longo da Rodovia do Talco com água potável,banheiros e abrigo do sol. Estes locais poderão ter pontos comerciais, seguindo a legislação em vigor, a exemplo do que ocorre em tantas áreas turísticas, ex. Serra da Graciosa.
Iremos protocolar estas sugestões na Prefeitura de Ponta Grossa e na Câmara de Vereadores de Ponta Grossa.

4 de mar. de 2013

Acidente causa morte de ciclista na Rodovia do Talco - 03/fev/2013

Amigos, parceiros e apoiadores,

Hoje, 03/fev/2013, ficamos entristecidos pela notícia de falecimento de um ciclista que trafegava pela Rodovia do Talco, em direção ao Passo do Pupo/Itaiacoca, após colisão um carro. Em respeito à família da vítima, omitimos seu nome. Ainda não temos detalhes sobre este acidente, porém sabemos que naquela via são costumeiramente cometidas várias infrações:

  • Direção embriagada. Pessoas que retornam de locais como o Capão da Onça são muitas vezes flagradas dirigindo enquanto seguram latas de cerveja.
  • Vários veículos são flagrados parados ao lado da rodovia, com porta-malas aberto e seus ocupantes ingerindo bebidas alcoólicas ao lado da estrada.
  • É constantemente presenciado o excesso de velocidade por parte de todo tipo de veículo que trafega ali - carros, camionetes, caminhões, ônibus e motos.

Estas infrações podem ser coibidas através de simples fiscalização, o que será solicitado à prefeitura e à polícia militar (ou órgão competente) por ofício esta semana. Estas ações são de extrema importância pois aquela via é utilizada por um número crescente de ciclistas e outras pessoas que procuram aquela parte da cidade por suas belezas naturais. É uma verdadeira tragédia que uma das nossas melhores áreas para cicloturismo seja também palco de tantos acidentes e infrações.

Pedimos que nossos apoiadores se manifestem no Facebook e no blog comentando as matérias que temos a respeito disso e sobre as ações que em breve serão tomadas para que o poder público seja sensibilizado em relação à urgência de medidas que aumentem a segurança de todos que trafegam por aquela via, em especial os ciclistas.

Os amigos que comparecem ao Pedal Noturno, procurem comparecer e levar cada vez mais participantes pois com o aumento da presença de ciclistas nas ruas de Ponta Grossa os motoristas dos outros veículos tendem a desenvolver mais consciência e respeito pelos outros transportes.

Em nome dos integrantes do ProCicloviasPG e de todos que anseiam por uma Ponta Grossa amiga da bicicleta, saudações cicloativistas.

Obs.: o relatório referente ao acidente de hoje foi obtido na página do 2ºGB
http://www.bombeiroscascavel.com.br/bombeirospr/index.php
/03/2013 

16:40
CB Ponta Grossa





  • Acidente em meio de transporte - Colisão Auto x Bicicleta
  • Atendimento pré-hospitalar,Isolamento do local





  • Endereço: Rodovia PR 513, Num: 000 -- Bairro: JARDIM PARAISO
  • Referência: PG/ Itaiacoca.
  • Municipio: Ponta Grossa





  • AA 8307 (Central)
  • ABS 9819 (Central)





  • XXXXX, 42 anos, Óbito #Destino: IML # Orgão: IML


  • Automóvel marca Fiat, modelo Premio, placa XXXXX/Ponta Grossa - Pr -- XXXXX
  • Bicicleta marca não apurado, modelo montain bike, placa XXXXX / XXXXX -- XXXXX.
  • 10 de abr. de 2012

    Pedal da Madrugada

    Este pedal é para treino em região central da cidade e em local de pouco movimento. São 13,5 km por "volta" no percurso entre a indústria Sadia em Uvaranas e a garagem da VCG em oficinas. Duas voltas completas fecham cerca de 27 km e pode ser feito em 2 horas.

    Assim, os que quiserem treinar em horário de pouco movimento estão convidados a formar este grupo e praticar nas terças e quintas de manhã, saindo às 6:30 do Parque Ambiental. Veja o mapa e nossa agenda com os detalhes.


    Descrição do Pedal da Madrugada:
    • Saída: Parque Ambiental Ponta Grossa / Posto da PM
    • Objetivo: Pedal para treino
    • Extensão: 13,6 km
    • Trajeto (1 volta):
      • Parque Ambiental
      • Carlos Cavalcanti
      • Fábrica da Sadia
      • Bpo Dom Geraldo Pelanda
      • Parque Ambiental
      • Av dos Vereadores
      • Garagem VCG
      • Av dos Vereadores
      • Parque Ambiental
    • Número de voltas: 2
    • Média horária: 21 a 27 km/h, dependendo do participante
    • Tipo de bicicleta: speed ou MTB
    • Variações: de acordo com o grau de dificuldade desejado

    Rota de bicicleta 1507236 - powered by Bikemap